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EUA dizem ter matado 25 combatentes iraquianos | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os Estados Unidos disseram ter matado 25 insurgentes iraquianos e capturado outros 25 durante confrontos na cidade de Ramadi, a oeste de Bagdá. Durante os combates, 14 soldados americanos também teriam ficado feridos, mas nenhum deles estaria em estado grave. Segundo correspondentes da BBC no Iraque, porém, os milicianos dizem que o número de mortes entre eles não passaria de cinco. O confronto entre ocorreu após um comboio do Exército americano ter sofrido uma emboscada às 15h do horário local (8h de Brasília). Uma bomba explodiu na estrada, e cerca de dez combatentes iraquianos começaram a disparar contra o comboio, dizem os americanos. Em seguida, o combate se infensificou com aproximadamente cem insurgentes participando do ataque. O combate durou várias horas e as tropas americanas contaram com o reforço de ataques aéreos. De acordo com um correspondente em Ramadi da rede TV saudita Al-Arabiya, a maior parte das vítimas dos confrontos foram civis. Ramadi, que conta com uma população de maioria muçulmana sunita, é uma cidade conhecida dentro do Iraque pelo sentimento antiamericano de seus habitantes. Admissão Também nesta quinta-feira, o Exército dos Estados Unidos admitiu ter sob sua custódia um cidadão afegão que preso e entregue aos militares pelo mercenário americano Jonathan Idema. Idema agora está preso sob a acusação de ter criado uma operação particular de contra-terrorismo, ter mantido uma prisão privada e ter realizado torturas no Afeganistão - ele seria também um caçador de recompensas. A revelação é constangedora para os Estados Unidos, uma vez que autoridades americanas haviam dito anteriormente que não tinham quaisquer ligações com o mercenário. Idema vem defendendo - durante seu julgamento - que operava no país “com o pleno conhecimento do secretário de Defesa americano, Donald Rumsfeld”. O porta-voz militar justificou o fato de o Exército ter aceitado a custódia de um homem capturado por um mercenário dizendo que o prisioneiro em questão era um "terrorista em potencial que deveria ser interrogado". |
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