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Disputa eleitoral americana chega ao ketchup | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Primeiro foram as "fritas da liberdade" - para os americanos patrióticos que não queriam comer a batata frita palito - chamadas de "fritas francesas" em inglês - por causa da oposição da França à guerra no Iraque. Agora chegou o ketchup "W" para acompanhar as batatas fritas. O W, aparentemente, se refere a Washington, em homenagem ao primeiro presidente dos Estados Unidos - mas os fabricantes apostam na campanha do presidente George W. Bush para a reeleição. Em um apelo aos republicanos, o website do molho diz "se você não apóia os democratas, por que o seu ketchup deveria apoiar?". A campanha diz respeito à Teresa Heinz Kerry - a mulher do candidato democrata à presidência americana, John Kerry. Ela é viúva e herdeira do ex-senador John Heinz - da empresa Heinz de alimentos, que produzem o ketchup mais popular dos Estados Unidos. Ele morreu em um acidente de avião em 1991. Mesmo antes desta campanha, a Heinz já havia sido obrigada a se pronunciar uma organização apartidária, afirmando que nenhum integrante da família Kerry faz parte da administração. A empresa espera que as eleições não se tornem uma guerra de comida. |
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