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Atualizado às: 04 de março, 2004 - 09h45 GMT (06h45 Brasília)
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Teresa Tarayza
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Em Moçambique ela era a Teresinha. Agora a revista Time ensina que o nome dela se pronuncia “Tarayza”. Até recentemente ela assinava Teresa Heinz e era registrada como republicana.

Na campanha das primárias ela se cansou de tantas perguntas sobre o nome e decidiu acrescentar o Kerry.

Agora ela é Teresa Heinz Kerry. O primeiro marido, ela confessa, foi sua grande e maior paixão.

Ela nasceu Maria Teresa Cristina Thierstein Simões-Ferreira e esta questão do nome é um dos muitos sinais de independência desta moçambicana, filha de um médico português e de mãe rica.

Aos 12 anos, Teresa foi estudar num internato de freiras carmelitas na África do Sul.

Era escola de brancos ricos conservadores, mas Teresa, para desespero da mãe, participou das primeiras marchas contra o Apartheid.

Estudou Línguas na Suíça, se formou numa escola de intérpretes e ainda fala cinco fluentemente.

Em Genebra, Teresa conheceu o futuro marido, John Heinz, herdeiro da bilionária fortuna Heinz, fabricantes de ketchup e picles. Para ficar mais perto dele, ela veio trabalhar na ONU (Organização das Nações Unidas, em Nova York), casaram pouco depois e tiveram três filhos.

O marido, senador pela Pensilvânia, morreu num desastre de avião em 1991. Um ano antes, ele tinha apresentado Teresa ao senador John Kerry, na época já divorciado.

Os dois voltaram a se encontrar no Rio, na Eco 92, onde começou um namoro que deu em casamento três anos depois.

Tereza tem uma fortuna pessoal de US$ 500 milhões e administra um fundo filantrópico de mais de US$ 1 bilhão. Durante os discursos do marido atacando os privilegiados americanos ela parece tímida e entediada. Não é nem uma coisa nem outra e não tem nenhuma vergonha de ser milionária.

Teresa exaspera os marqueteiros e diretores da campanha do senador Kerry porque, ao contrário do marido, costuma falar o que da na telha.

Conta sobre suas aplicações de botox, o contrato pré-nupcial e o que faria se pegasse o marido traindo.

Em janeiro, Teresa poderá ser apenas a segunda estrangeira no emprego não-remunerado de primeira dama e a primeira a falar português na Casa Branca.

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