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EUA recebem chuva de pedras no Iraque, diz 'Washington Post' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Em sua edição desta sexta-feira o jornal americano Washington Post traz um relato sobre a situação atual enfrentada pelas tropas americanas no Iraque. O jornal acompanha um grupo de soldados fazendo uma patrulha e conta como militares costumam ser recebidos por civis iraquianos com pedras "do tamanho de bolas de baseball". O Post afirma: "No contexto da contínua violência do Iraque, talvez seja um sinal de progresso que soldados americanos atuando em uma favela de Bagdá sintam o impacto das pedras mais freqüentemente que o dos tiros". O jornal ouve um militar que diz revidar os ataques de iraquianos. "Eu não jogo nada, se não jogam em mim", afirma o soldado entrevistado. O diário acrescenta que as "brigas de pedras diárias entre soldados americanos e iraquianos comuns ressaltam a antipatia mútua que vem crescendo desde a transferência de poder aos iraquianos". Além do que chama de "confrontações diárias entre soldados americanos frustrados e uma população desesperada", o jornal diz ainda que a "parceria militar com as novas forças de segurança iraquianas são baseadas em uma desconfiança mútua". Mercosul Os principais diários venezuelanos e mexicanos destacam o ingresso da Venezuela no Mercosul como país-associado e a adesão do México ao bloco econômico sul-americano como observador. O Nacional de Caracas traz foto de um sorridente presidente venezuelano Hugo Chávez cumprimentando Néstor Kirchner, o líder da Argentina - país onde está sendo realizada a reunião de cúpula do Mercosul e a manchete "Chávez celebra ingresso no Mercosul". A reportagem afirma que Chávez teria dito que a Argentina e a Venezuela se comprometeram a criar uma petrolífera sul-americana - a Petrosur. Segundo o diário, a empresa contará "com uma pequena participação da Petrobras". Já o jornal mexicano La Jornada diz que com o ingresso do México no Mercosul, o presidente mexicano, Vicente Fox, "praticamente adiou indefinidamente a conclusão do Acordo de Livre Comércio para as Américas (Alca)". O jornal cita Fox, que afirmou ser preciso encerrar os processos de integração que estão sendo realizados na América Latina para estabelecer "um acordo continental conveniente a todas as partes". |
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