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Blair pede mais usinas e 'reacende debate nuclear' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O diário britânico Guardian diz que o primeiro-ministro britânico, Tony Blair, reacendeu o debate nuclear na Grã-Bretanha ao defender que o país deve construir novas usinas nucleares. Blair disse ter provas de que não há meios de atingir a meta de reduzir a emissão de gás carbônico no país em 60% até 2050 se não se recorrer à criação de novas usinas nucleares. Mas o jornal diz que "o problema da energia nuclear é que ela é cara e é preciso uma década ou mais para encontrar os locais de construção apropriados". O jornal ouviu Tony Jupiter, da entidade ambiental Friends of the Earth (amigos da Terra), que criticou o anúncio de Blair. "Seriam necessários 15 anos para que um quilowatt de uma usina nuclear pudesse ser usado", disse a entidade. Ambientalistas reclamam que os resíduos deixados por usinas nucleares representam um risco para o meio ambiente. John Edwards Os jornais americanos destacam a escolha do senador John Edwards como o candidato a vice-presidente na chapa do candidato democrata à Presidência americana, John Kerry. Para o New York Times, Edwards é "o contraste que complementa". O jornal diz que John Edwards "expressa as atitudes que alguns democratas acreditam faltar a John Kerry: uma vigorosa presença em campanha e uma postura sedutora". O jornal News Observer, de Raleigh, capital da Carolina do Norte - estado pelo qual Edwards é senador, traz um editorial dizendo que Edwards oferece uma mensagem positiva aos eleitores. "A mensagem dele é que a América pode dar oportunidade a você e à sua família com a liderança certa e com um governo que mantém a fé no povo a quem ele deve servir." O jornal acrescenta que o desafio para o presidente Bush será responder a essa menagem com outra que ofereça uma promessa de esperança semelhante. Memorial de Diana Os principais diários britânicos - em especial os tablóides - destacam as "pazes" feitas entre a família da princesa Diana e a família real britânica, durante a inauguração de um memorial dedicado a Diana, nesta terça no Hyde Park, em Londres. O Daily Mail lembra que a rainha Elizabeth foi muito criticada quando demonstrou "frieza" em relação à morte de Diana, em 1997. Mas o Mail frisa que o "caloroso discurso" da rainha sobre Diana mudou esse quadro. "Ontem se viu uma demonstração de genialidade da monarquia em sua habilidade de responder à necessidade de mudança". Já o Times faz uma curiosa análise da linguagem corporal de Charles Spencer, o irmão de Diana que já fez críticas fortes à conduta da rainha, mas que na terça-feira conversou em tom amistoso com a monarca. O jornal traz fotos do irmão de Diana e entrevista um especialista em linguagem corporal. O especialista diz que Spencer, que aparece de mãos cruzadas e com a cabeça ligeiramente inclinada, aparenta estar "querendo agradar, mas contendo suas emoções de uma forma clara". |
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