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Kerry apóia muro israelense e não negociará com Arafat, diz jornal | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O jornal Haaretz revela nesta sexta-feira que John Kerry, o candidato democrata a presidente dos Estados Unidos, prometeu que, se eleito, não vai negociar com o líder palestino Yasser Arafat. Essa foi a linha adotada pela atual administração de George W. Bush, que aceitou argumentos israelenses de que Arafat havia apoiado atos de terror. Kerry entregou a membros da comunidade judaica americana um documento em que promete aumentar as relações especiais de Washington com Israel. Ele afirmou também pensar que o muro construído por Israel em territórios palestinos ocupados na Cisjordânia é uma "ação legítima de autodefesa". Saddam O julgamento de Saddam Hussein é motivo de duras críticas, mas também de elogios na imprensa da Europa. Na França, o Libération afirma que o ex-presidente jamais terá em Bagdá as garantias legais necessárias para um processo justo. Para o diário, nos países em que vigoram as leis, os acusados são inocentes até que sejam provados culpados. Mas, no Iraque, "ninguém dúvida da culpa do tirano". Além disso, o Libération acrescenta que os juízes não foram escolhidos pelo povo, e sim por "um governo não eleito instaurado por uma força de ocupação estrangeira". "Saddam Hussein não está errado ao descrever os procedimentos contra ele como um teatro", conclui o jornal francês. Já os alemães do Süddeutsche Zeitung dizem que a aparição de Saddam no tribunal foi motivo de satisfação para milhões de pessoas no Iraque. E também para as populações do Kuwait e do Irã, onde muitas pessoas morreram em guerras travadas contra o Iraque de Saddam. |
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