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Atualizado às: 20 de junho, 2004 - 02h19 GMT (23h19 Brasília)
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'Morte de Muqrin é duro golpe para Al-Qaeda'
Abdul Aziz al-Muqrin
Muqrin era o homem mais procurado da Arábia Saudita
A morte do líder da rede extremista Al-Qaeda na Arábia Saudita foi um "duro golpe" para a organização, disse um alto assessor do governo saudita, em visita a Washington.

Adel al-Jubeir, assessor de política externa do governo, disse que uma campanha saudita que incluiu a morte a tiros de Abdul Aziz al-Muqrin, destruiu a capacidade da Al-Qaeda.

O grupo confirmou depois em declaração a um website islâmico que Muqrin e três outros militantes foram mortos.

O grupo havia dito anteriormente que fora responsável pela decapitação do refém americano Paul Johnson, e prometeu continuar o que chamou de "guerra santa".

"O comandante Abdul Aziz bin Issa Al-Muqrin tombou como um mártir na sexta-feira ... em uma emboscada preparada para ele pelos soldados da tirania no distrito de Malaz, em Riad", disse a declaração, assinada pela "Al-Qaeda na Península Arábica".

"Os mujahedeen (combatentes) continuarão o jihad (guerra santa) que prometeram a Deus e a morte de seus irmãos não vai abalar sua determinação e compromisso", acrescentou.

A televisão saudita exibiu fotos do que disse ser o corpo de Muqrin.

Jubeir afirmou que os sauditas estão "indignados" com a decapitação de Johnson, um engenheiro mantido refém por uma semana.

Ele acrescentou que Muqrin esteve envolvido na morte do cinegrafista da BBC, Simon Cumbers, e no ataque ao correspondente Frank Gardner no começo do mês.

Muqrin foi morto com outros três militantes em um tiroteio em Riad, dizem as autoridades sauditas.

Testemunhas afirmam que viram o corpo de Johnson ser abandonado, mas Jubeir diz que os despojos do engenheiro ainda não foram encontrados.

Johnson havia sido capturado na capital saudita no último sábado.

Os seqüestradores disseram que Johnson seria morto, caso militantes islâmicos presos não fossem libertados até sexta-feira.

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