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TV árabe diz que refém americano foi decapitado | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Militantes da rede Al-Qaeda decapitaram o engenheiro americano que estava sendo mantido como refém na Arábia Saudita desde a semana passada. A rede de TV árabe Al-Arabiya disse que Paul Johnson foi executado. Um site islâmico mostrou fotos de uma suposta decapitação. A Al-Qaeda tinha dado ao governo saudita um prazo, que terminava nesta sexta-feira, para libertar militantes que estão na prisão. Se a exigência não fosse cumprida, Johnson seria executado. Cientes Johnson, de 49 anos, tinha sido capturado na capital saudita, Riad, no último sábado. Um porta-voz da embaixada dos Estados Unidos em Riad disse que "nós estamos cientes do que aconteceu", segundo a agência de notícias France Presse. Johnson trabalhava para a empresa Lockheed Martin, que presta serviços para o governo americano. As autoridades sauditas insistem que não há uma crise na segurança no país, mas outros governos recomendaram a seus cidadãos que deixem a Arábia Saudita - entre eles, os Estados Unidos. Ataques a estrangeiros foram atribuídos a radicais islâmicos que querem depôr a família que governa o país - Al-Saud - e expulsar todos os ocidentais da Arábia Saudita, dizem correspondentes. |
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