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Atualizado às: 19 de junho, 2004 - 11h43 GMT (08h43 Brasília)
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Sauditas dizem ter matado líder da al-Qaeda no país
Um canal de tevê saudita fez uma montagem com a foto dos suspeitos
Um canal de tevê saudita fez uma montagem com a foto dos suspeitos
O canal de televisão al-Jazeera e emissoras sauditas estão apresentando fotos dos quatro militantes mortos, acusados da execução do americano Paul Marshall Johnson, na sexta-feira, em Riad.

Entre os mortos está Abdul Aziz al-Muqrin, apontado como líder da organização Al-Qaeda na Arábia Saudita.

Um outro corpo também apresentado foi o de Turki al-Mutairi, acusado de ligação com o ataque ocorrido na cidade de Khobar, no mês passado, que levou a morte de 22 pessoas.

Os outros dois mortos foram identificados como os irmãos Faisal e Bandar al-Dakheel.

Tiroteio

Os quatro militantes da Al-Qaeda, segundo autoridades sauditas, morreram depois de troca de tiros com forças de segurança, horas depois da descoberta do corpo de Johnson, encontrado no norte de Riad.

Um website islâmico, que anteriomente já teria publicado mensagens da organização Al-Qaeda, publicou um documento desmentindo que al-Muqrin estaria morto.

Mas logo depois, as autoridades divulgaram a foto dos corpos dos acusados de decapitar o americano.

As autoridades informaram ainda que 12 suspeitos foram presos. Eles portavam documentos falsos, um grande número de armas, três carros, um deles que acredita-se ter sido usado durante o ataque a uma equipe da BBC em Riad.

Reação

O presidente americano George W.Bush condenou a morte de Johnson dizendo que “ isto mostra a natureza malígna do inimigo que enfrentamos”.

"Eles o mataram a sangue frio", disse o presidente americano.

Um oficial saudita informou que o corpo do americano, de 49 anos, foi encontrado em uma área remota no norte de Riad.

Johnson havia sido capturado na capital saudita no último sábado. A organização al-Qaeda havia comunicado ao governo da Arábia Saudita que trabalhava para a empresa Lockheed Martin, que presta serviços para o governo dos Estados Unidos.

Johnson seria morto, caso militantes islâmicos presos não fossem libertados até última sexta- feira.

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