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EUA 'investigam Chalabi por espionar para o Irã' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os Estados Unidos estariam investigando as acusações de que Ahmed Chalabi, um dos integrantes do Conselho de Governo iraquiano, teria passado informações confidenciais ao governo iraniano. Um representante do governo americano, que não quis ser identificado, disse à agência de notícias France Presse, que “existe evidência de que Chalabi transmitiu informações para o Irã" e que "uma investigação foi iniciada.” Por sua vez, a rede de televisão CBS, dos Estados Unidos, citou militares americanos dizendo que Chalabi teria, pessoalmente, passado informações ao serviço secreto iraniano que “poderiam causar a morte de americanos”. Os militares ouvidos pela CBS também disseram que as evidências contra Chalabi seriam “sólidas”. Renúncia Na quinta-feira, foi realizada uma operação de busca na casa e nos escritórios de Chalabi, em Bagdá. Soldados cercaram a casa e escritórios dele e apreenderam computadores e documentos. Em uma sessão nesta sexta-feira, o Conselho de Governo iraquiano criticou a operação e exigiu explicações dos Estados Unidos. Pelo menos um integrante do Conselho – formado por pessoas indicadas pelos Estados Unidos – ameaçou renunciar por causa do incidente. Ex-aliado americano no Iraque, Chalabi disse que os Estados Unidos tentaram desacreditá-lo com essa operação na capital iraquiana, Bagdá. O presidente do Conselho de Governo, Ghazi Ajil Al-Yawer, disse que estava "perplexo" com o que aconteceu. Salama Al-Khafaji, um dos representantes xiitas no órgão, disse à TV Al-Jazeera que pode se demitir se Chalabi não receber um pedido de desculpas. |
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