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EUA vão investigar se houve ataque a festa iraquiana | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Pentágono afirmou que está investigando acusações de que um helicóptero militar americano teria aberto fogo durante uma festa de casamento em uma área perto da fronteira com a Síria, matando pelo menos 40 pessoas. Entre as vítimas estariam mulheres e crianças. A emissora da agência de notícias Associated Press filmou pessoas enterrando seus supostos familiares mortos. Autoridades iraquianas da cidade de Ramadi, a oeste de Bagdá, disseram que o incidente teria ocorrindo na manhã desta quarta-feira, depois que alguns convidados do casamento realizaram uma salva de tiros em comemoração. Uma autoridade americana em Washington disse que, no horário aproximado do suposto incidente, soldados aliados foram atacados por forças inimigas e responderam com tiros, matando algumas pessoas e destruindo carros. Tradição A salva de tiros é uma tradição nos casamentos árabes e, no passado, já houve casos em que tropas americanas confundiram o ato com ataques inimigos. Há dois meses, seis membros de uma família iraquiana foram mortos e quatro ficaram feridos por soldados americanos em um cidade ao norte de Bagdá durante uma festa de casamento. Os Estados Unidos, que estão enfrentando resistência por parte dos xiitas e dos sunitas iraquianos, dizem que muitos combatentes estão entrando no Iraque pela Síria. |
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