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Israel intensifica ofensiva apesar de crítica da ONU | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
As Forças Armadas de Israel avançaram em mais áreas no sul da Faixa de Gaza, um dia depois que o Conselho de Segurança da ONU criticou suas recentes incursões na região. Helicópteros dispararam mísseis enquanto tropas invadiram duas áreas ao sul da cidade de Rafah. Soldados israelenses trocaram fogo com palestinos. O correspondente da BBC em Rafah afirma que o som do tiroteio pode ser ouvido pela cidade. Pelo menos sete palestinos foram mortos por forças israelenses no campo de refugiados de Rafah nesta quinta-feira. Estados Unidos Desafiando uma rara crítica de Washington, Israel prometeu continuar o que qualifica de operações contra guerrilheiros e traficantes de armas na região de Rafah. Diferentemente de sua postura habitual no Conselho de Segurança, os Estados Unidos se abstiveram da votação da resolução de quarta-feira. A agência de notícias France Presse cita um "assessor próximo" do primeiro-ministro Ariel Sharon dizendo que o governo israelense ficou "decepcionado" com os americanos por não terem vetado a resolução no Conselho de Segurança. Pelo menos 40 palestinos morreram desde terça-feira, quando Israel lançou a operação, uma das maiores das últimas décadas na Faixa de Gaza. Treze soldados israelenses também morreram. |
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