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Britânico na ONU vê acordo sobre soberania iraquiana | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O embaixador britânico na ONU, Emyr Jones Parry, disse que os membros do Conselho de Segurança estão de acordo sobre a necessidade de transferir no final de junho a soberania para um governo interino do Iraque. À medida que avança a discussão sobre uma nova resolução para guiar o processo, Parry disse que o ambiente das discussões é positivo. A Grã-Bretanha e os Estados Unidos, disse ele, querem que a visão de todos seja levada em consideração. O correspondente da BBC na ONU Barnaby Mason diz, porém, que o tempo é curto para resolver uma série de questões delicadas. Limitações Enquanto o governo iraquiano será tecnicamente soberano, haverá muitos campos sobre os quais não poderá tomar decisões, sobretudo aqueles com implicações de longo prazo ou constitucionais. A limitação mais óbvia, destaca Mason, será o seu relacionamento com a força multinacional liderada pelos Estados Unidos. Alguns países do Conselho de Segurança dizem que o governo interino terá de ter algum tipo de controle sobre como atuam as tropas. Essa posição é defendida sobretudo pela França, mas não está claro se o governo de George W. Bush está disposto a ser flexível neste ponto. Além disso, os americanos também querem continuar a controlar as forças iraquianas. E há dúvidas sobre a cargo de quem ficarão os prisioneiros iraquianos, principalmente após o escândalo de tortura por militares britânicos e iraquianos. Um diplomata britânico disse que logicamente um governo soberano deve controlar as prisões. Por outro lado, o mesmo diplomata disse que as forças da coalizão precisam ter o poder para prender iraquianos cometendo atos de violência. |
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