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Cemitério militar britânico é violado em Gaza | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Túmulos de um cemitério militar da Comunidade Britânica foram violados na Faixa de Gaza. O local, onde estão enterrados milhares de soldados mortos durante a Primeira Guerra Mundial, é normalmente um oásis de calma no meio da barulhenta Cidade de Gaza. Os túmulos bem cuidados são cercados de flores e árvores. Mas com a passagem dos vândalos, o cemitério foi reduzido a uma cena de destruição. Fuzileiros A lápide no túmulo do recruta A. Jackson, fuzileiro das forças britânicas, foi partida em dois. O mesmo acontece no túmulo do fuzileiro ao lado. Um total de trinta túmulos foram danificados ou totalmente destruídos. Cerca de vinte outros túmulos foram cobertos com imagens de prisioneiros iraquianos sendo torturados em Bagdá. Em uma das lápides, em inglês, uma frase diz: “Nós nos vingaremos”. Um zelador presenciou as atividades dos vândalos. “Vi um grupo de jovens, entre oito e dez deles. Alguns estavam destruindo os túmulos, outros colando as fotografias”, disse. “Meu pai e eu corremos atrás deles, estavam armados, mas fugiram.” As revelações que emergem das prisões iraquianas têm despertado reações de profundo repúdio em Gaza e no mundo árabe. |
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