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EUA apóiam brasileiro em conferência nuclear, diz agência | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O secretário-adjunto de Estado dos Estados Unidos, John Bolton, teria dito nesta terça-feira em Washington que o país vai apoiar a indicação do brasileiro Sérgio Duarte para presidir uma conferência da ONU sobre não-proliferação nuclear. De acordo com a agência de notícias Reuters, John Bolton teria feito a revelação em Nova York, onde os 189 países que assinaram o Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares realizam um encontro preparatório para a Conferência, marcada para o ano que vem. Bolton teria dito, porém, que é importante que o Brasil resolva suas diferenças com a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), em parte para que "não crie uma atmosfera negativa na conferência de revisão (do Tratado de Não-Proliferação), no ano que vem". A BBC Brasil tentou entrar em contato, sem sucesso, com o Departamento de Estado americano para confirmar a posição americana. Proteção Neste mês, o Departamento de Estado americano cobrou do Brasil a assinatura do Protocolo Adicional de Inspeções com a AEIA. O protocolo permitiria inspeções de surpresa e mais profundas nas instalações nucleares brasileiras. A declaração se seguiu a uma reportagem divulgada pelo jornal The Washington Post, que acusou o Brasil de estar escondendo uma instalação nuclear em Resende (RJ), que está sendo equipada para o enriquecimento de urânio. Em entrevista à BBC Brasil, o ministro da Ciência e Tecnologia, Eduardo Campos, negou que o Brasil esteja recusando as inspeções da AIEA, mas disse que o governo está protegendo a tecnologia de enriquecimento desenvolvida no Brasil. |
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