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Irã admite ter comprado material nuclear no mercado negro | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo do Irã admitiu publicamente, pela primeira vez, que comprou equipamentos nucleares no mercado negro. Um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores disse que certos itens foram comprados de fornecedores internacionais, incluindo alguns do subcontinente indiano. Hamid Reza Asefi não disse quais os produtos que foram comercializados nem disse quais eram os países que haviam participado das transações. O reconhecimento por parte do governo iraniano foi feito após o cientista paquistanês Abdul Qadeer Khan ter revelado que tinha vendido segredos nucleares para o Irã, a Líbia e a Coréia do Norte. Relatório Asefi voltou a ressaltar que o objetivo do programa nuclear do país tem propósito pacífico, como um meio de fornecimento de energia. Os Estados Unidos acusam o Irã de tentar desenvolver armas nucleares. O governo iraniano admitiu, em 2003, que, durante anos, havia ocultado suas atividades nucleares. O país se comprometeu a cooperar com a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), o órgão fiscalizador de armas nucleares da ONU, que deve divulgar nesta semana um relatório sobre as inspeções realizadas no país. |
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