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Rei da Jordânia adia encontro com Bush | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O rei Abdullah, da Jordânia, decidiu adiar uma reunião que iria ter na quarta-feira com o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, aparentemente devido à preocupação de que o governo americano esteja dando apoio a políticas adotadas pelo Estado de Israel. A decisão foi tomada em um momento em que os países árabes apresentaram na Organização das Nações Unidas (ONU) uma proposta de resolução em que condenam Israel, depois da ação do fim de semana em que o líder do grupo Hamas Abdelaziz Al-Rantissi foi morto. Ao confirmar o adiamento do encontro, remarcado para a primeira semana de maio, as autoridades jordanianas divulgaram uma nota dizendo que precisam de tempo para “esclarecer a posição americana” no processo de paz do Oriente Médio. Bush na semana passada demonstrou apoio ao plano de paz “unilateral” concebido pelo primeiro-ministro israelense Ariel Sharon, que desagradou líderes palestinos. “Esnobando” De acordo com o correspondente da BBC em Washington Adam Brookes, com o adiamento, Abdullah estaria “esnobando diplomaticamente” o presidente americano. Brookes disse que o rei jordaniano tenta manter uma posição mais equilibrada no tocante ao conflito do Oriente Médio do que alguns de seus vizinhos árabes. No entanto, em um momento em que as autoridades israelenses aparentam ter mais influência sobre o governo americano, Abdullah teria interpretado que este não é o momento ideal para ser visto em Washington. |
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