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Família de Vieira de Mello recebe 2º atestado de óbito | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A Organização das Nações Unidas (ONU) vai enviar a Gilda Vieira de Mello – mãe do representante especial da ONU no Iraque, Sérgio Vieira de Mello, morto em um atentado em Bagdá em agosto do ano passado – um novo atestado de óbito do filho dela. Um porta-voz da secretaria geral da entidade confirmou que Gilda Vieira de Mello fez duras reclamações a respeito do documento que ela recebeu inicialmente que, segundo a ONU, foi emitido por autoridades da coalizão militar, liderada pelos Estados Unidos, que ocupa o Iraque. "O documento inicialmente feito pela coalizão (militar americana) era manuscrito, sem qualquer aparência de um documento oficial como os que estamos acostumados em nosso países", disse o porta-voz Stephan Dujui. "Atendendo a um pedido feito pela ONU, os militares no Iraque já nos enviaram uma nova versão do atestado, desta vez impresso e formalizado. Vamos rapidamente enviar este documento para a senhora Gilda Vieira de Mello." Tradução O porta-voz creditou a um possível erro de tradução, "devido aos vários idiomas envolvidos", a interpretação de que o documento diria que Vieira de Mello morreu minutos depois da explosão no quartel-geral da ONU em Bagdá. À época do ataque foi amplamente noticiado que o brasileiro ficou preso por várias horas nos escombros, inclusive falando ao celular, antes de ter morrido. "O que o documento diz é que Sérgio Vieira de Mello morreu minutos depois de ter recebido ferimentos fatais, o que não necessariamente ocorreu no momento da explosão." |
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