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ONU só retorna ao Iraque quando tiver garantias de segurança
O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Kofi Annan, disse que ele está pronto para mandar uma equipe ao Iraque para avaliar se é possível realizar eleições antes do previsto no país assim que ele receber garantias adequadas de segurança. Annan, que está em Paris, disse que está esperando para ver o que a administração americana no Iraque poderá prometer. Na sexta-feira, dois enviados da ONU chegaram ao Iraque para avaliar a possibilidade de a organização voltar a operar com uma base no país. A ONU retirou grande parte de seus funcionários do Iraque depois que seu quartel-general em Bagdá foi atacado em agosto do ano passado. O ataque matou o brasileiro Sérgio Vieira de Mello, representante especial da ONU. Pedido Os Estados Unidos querem devolver a soberania aos iraquianos em junho. Mas o governo de transição seria composto apenas por iraquianos indicados pelos americanos. Os xiitas, que representam a maioria da população do Iraque, estão insatisfeitos com os planos americanos para o país e exigem eleições antes da transição de poder. Já faz mais de uma semana que Annan recebeu um pedido do administrador americano do Iraque, Paul Bremer, e do Conselho do Governo iraquiano para que uma equipe da ONU seja enviada ao país. Na sexta-feira, o aiatolá Ali al-Sistani, principal líder xiita do Iraque, pediu a seus seguidores que interrompam os protestos contra os planos dos Estados Unidos para a transição do poder até que a ONU tome decisões sobre a possibilidade de eleições. |
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