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Pequim confirma seqüestro de sete chineses no Iraque | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo da China confirmou que sete cidadãos chineses foram seqüestrados no Iraque. As autoridades em Pequim pediram a sua libertação imediata. Eles foram aprisionados por um grupo armado no domingo, provavelmente em Falluja. De acordo com a imprensa estatal chinesa, os sete reféns são da província de Fujian e foram capturados após entrar no Iraque cruzando a fronteira da Jordânia. Não está claro ainda o que eles estavam fazendo no país. Japão Negociadores tentam convencer os rebeldes a libertar três japoneses seqüestrados na semana passada. Os militantes ameaçavam queimá-los vivos se o governo do Japão não retirar as tropas que mantém em solo iraquiano. As autoridades japonesas se mostram muito preocupadas com a segurança desses três reféns. No domingo, oito motoristas de caminhão de diversas nacionalidades foram soltos pelos rebeldes após líderes religiosos islâmicos do país terem feito um chamado para que todos os reféns fossem soltos. Os combates em Fallujah, os mais intensos desde o fim oficial da guerra, em maio, já deixaram mais de 600 mortos. Os Estados Unidos tentam obter um cessar-fogo definitivo aos combates e a libertação dos seqüestrados, entre eles o civil americano Thomas Hamill. |
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