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Rebeldes seqüestram japoneses e coreanos no Iraque | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A rede de televisão árabe Al-Jazeera mostrou nesta quinta-feira imagens de três japoneses que foram capturados por um grupo rebelde iraquiano. A Al-Jazeera afirmou que o grupo, autointitulado Brigadas Mujahideen, está ameaçando matar os três reféns caso o governo japonês se recuse a retirar suas forças do Iraque dentro de três dias. O Japão já rejeitou o pedido. Ainda nesta quinta-feira, a agência de notícias sul-coreana Yonhap divulgou a notícia de que sete cidadãos do país foram detidos por um grupo armado do Iraque. Ainda não se sabe se os dois seqüestros estão ligados. Tanto o Japão quanto a Coréia do Sul mantêm centenas de tropas no Iraque, em missão de paz. Mas o grupo de reféns japoneses foi identificado como sendo formando por dois jornalistas e um membro de uma organização humanitária. O Ministério das Relações Exteriores do Japão anunciou que vai formar uma comissão de emergência para lidar com a situação. Ministro Pouco antes, o ministro interino do Interior do Iraque, Nuri Badran, apresentou seu pedido de demissão ao chefe da administração americana no país, Paul Bremer. Badran, que é de etnia xiita, afirmou que Bremer havia expressado sua insatisfação com seu desempenho. O administrador também teria dito que ter dois xiitas nas pastas do Interior e da Defesa era "um desequilíbrio religioso". |
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