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Militares terão reforços que quiserem, diz Rumsfeld | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Donald Rumsfeld, disse nesta terça-feira que os comandantes militares americanos no Iraque vão receber todos os reforços que quiserem. A declaração de Rumsfeld foi feita antes de o Pentágono anunciar que até 16 soldados americanos morreram em uma ofensiva a oeste de Bagdá. Segundo Rumsfeld, os comandantes americanos no Iraque estão constantemente revendo a necessidade de mais soldados. “São os conselhos deles que devemos seguir nessas coisas”, disse o secretário, de acordo com a agência Associated Press. Os Estados Unidos têm cerca de 135 mil soldados no Iraque no momento, um número que o próprio secretário disse ser “anormalmente” alto. Data Rumsfeld fez as declarações depois de um encontro com o secretário-geral da Otan, Jaap de Hoop Scheffer, na cidade de Norfolk, no Estado americano da Virgínia. O secretário disse que, até o momento, os comandantes militares americanos no Iraque não manifestaram o desejo de que reforços sejam enviados. Na entrevista, Rumsfeld também reiterou que, independentemente da situação no Iraque, os Estados Unidos continuam comprometidos em entregar o poder sobre o país a autoridades iraquianas em 30 de junho. “Eu não vi nada que indique que a data deva ser estendida”, disse, segundo a agência France Presse. Antes, o próprio presidente americano, George W. Bush, havia dito que os Estados Unidos mantêm o objetivo de entregar o poder na data prevista. |
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