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Milhares pedem mais segurança na Argentina | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Mais de 130 mil pessoas foram às ruas de Buenos Aires nesta quinta-feira para protestar contra a falta de segurança na Argentina. A marcha foi convocada pela família do jovem Axel Blumberg, que foi seqüestrado e morto com um tiro na cabeça. Seu corpo foi encontrado em um lixão em Buenos Aires. Os manifestantes, com velas acesas, realizaram um minuto de silêncio do lado de fora do Parlamento argentino e pediram penas mais duras para os criminosos. Eles também pediram uma reforma da Polícia e do sistema judiciário – instituições vistas por muitos como ineficientes e corruptas. Kirchner “Não vamos pedir, vamos exigir”, disse o pai de Axel, Juan Carlos Blumberg, se dirigindo à multidão das escadarias do Parlamento, antes apresentar a legisladores uma lista de reivindicações. A passeata foi considerada a maior manifestação de protesto na Argentina desde dezembro de 2001, quando a revolta popular acabou levando à renúncia do então presidente Fernando de la Rúa. Marchas menores foram realizadas em outras cidades do país. A Argentina enfrenta uma onda de crimes, com um alarmante crescimento no número de seqüestros especialmente na região da Grande Buenos Aires. O presidente do país, Néstor Kirchner, prometeu ser implacável na área da Segurança Pública, e o ministro do Interior diz que a criminalidade já está baixando. |
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