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Paquistão interroga suspeitos da Al-Qaeda | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
As autoridades do Paquistão começaram, neste domingo, a interrogar os suspeitos integrantes da Al-Qaeda presos no sábado durante uma operação militar na fronteira com o Afeganistão. Os soldados continuam a incursão na área, fazendo buscas em casas de suspeitos, enquanto o combate parece ter entrado em uma trégua. Ao mesmo tempo, os paquistaneses tentam negociar apoio dos líderes tribais da região. Segundo o governo do Paquistão, até 500 militantes estariam encurralados pelas tropas naquela área, que seria vista como um porto seguro para simpatizantes da rede Al-Qaeda. 'Alvo valioso' No sábado, cerca de cem suspeitos foram presos e, segundo o comandante da operação, general Saftar Hussein, entre eles estariam integrantes da Al-Qaeda, militantes chechenos e uzbeques e guerrilheiros locais. Os oficiais paquistaneses insistem que entre as pessoas que continuam encurraladas poderia estar um alto figurão da rede, mas dizem que dificilmente seria o braço-direito de Osama Bin Laden, ayman al-Zawahri. O presidente do Paquistão, Pervez Musharraf, disse na semana passada que as tropas do país estavam cercando um "alvo de grande valor". Soldados americanos estão colaborando na operação, que reúne 5 mil homens do Paquistão, em patrulhas do lado afegão da fronteira. A operação conta também com o apoio aéreo de helicópteros de caça Cobra, que vêm dando cobertura aos soldados que avançam por terra. O Waziristão do Sul, a árida e montanhosa região do Paquistão onde a ofensiva está ocorrendo, tem sido freqüentemente citada como o mais provável local onde teria se refugiado Osama Bin Laden, o líder da Al-Qaeda. |
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