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Mais dois morrem em manifestação no Haiti | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Pelo menos duas pessoas teriam morrido e várias teriam ficado feridas nesta quinta-feira em uma manifestação de simpatizantes do ex-presidente do Haiti, Jean-Bertrand Aristide, na capital, Porto Príncipe. A manifestação, que reuniu cerca de mil pessoas, foi uma das maiores de seguidores do presidente na cidade desde que ele foi afastado do poder, em 29 de fevereiro. A polícia usou bombas de gás lacrimogêneo para dispersar a multidão e, segundo testemunhas, algumas pessoas quebraram pára-brisas e fachadas de lojas quando estavam fugindo. Tiros foram ouvidos em seguida, mas ainda não se sabe ao certo quem os disparou. A manifestação ocorreu no primeiro dia completo de trabalho do novo primeiro-ministro, Gerard Latortue, que está escolhendo os membros de seu gabinete. Jamaica Também nesta terça-feira, o primeiro-ministro da Jamaica, Percival Patterson, divulgou uma mensagem anunciando que Aristide deve visitar o país na semana que vem. De acordo com a nota, Aristide quer se encontrar no país com duas filhas, que teriam sido mandadas a Nova York por causa da falta de segurança no Haiti, antes de o presidente deixar o país. Patterson também disse que Aristide não está buscando asilo político na Jamaica e está finalizando planos de residência permanente fora da região - mas não especificou onde. Aristide estaria pensando em permanecer na Jamaica até dez semanas. O ex-presidente haitiano deixou o governo em 29 de fevereiro, viajando para a República Centro-Africana. |
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