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Coréia do Sul propõe plano para crise norte-coreana | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A Coréia do Sul propôs, nesta quarta-feira, conceder compensações à Coréia do Norte, caso o país vizinho desmantele seu programa nuclear. A oferta foi apresentada durante a reunião, em Pequim, que discute o programa nuclear norte-coreano. Participam do encontro representantes da Coréia do Norte, Coréia do Sul, Estados Unidos, China, Rússia e Japão. O representante de Seul, Lee Soo-hyuck, ofereceu um plano de três fases para resolver a crise com o país. “Se houver esse congelamento (do programa nuclear), podemos partir para contra-medidas”, disse Soo-hyuck aos jornalistas, de acordo com a agência de notícias Associated Press. Proposta Para Soo-hyuck, as conversações, que iniciaram nesta quarta-feira e duram três dias, tinham uma atmosfera "tranqüila e realista". O acordo apresentado pelo oficial sul-coreano conteria as seguintes medidas:
Não há informações oficiais se os Estados Unidos ou qualquer outro país endossam a proposta sul-coreana. Alimentos No mesmo dia da abertura das negociações em Pequim, a agência da ONU para alimentação e agricultura (FAO) anunciou que está retomando o envio de alimentos para milhões de pessoas carentes na Coréia do Norte. O órgão havia publicado um apelo no início deste mês, afirmando que os estoques de doações estavam terminando o que significaria um corte de comida para quase 6,5 milhões de norte-coreanos. Os estoques foram parcialmente recuperados graças às contribuições da Alemanha, Nova Zelândia, Canadá e Noruega. Mas a FAO alertou que mais doações são necessárias, urgentemente, para as próximas semanas. |
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