|
Intelectuais pedem que população boicote eleição no Irã | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Intelectuais e jornalistas do Irã pediram à população que boicotem as eleições gerais no país nesta sexta-feira. Cerca de cem jornalistas divulgaram uma declaração dizendo que não votarão porque as eleições não serão livres e justas. O mais proeminente clérigo dissidente no Irã, aiatolá Hossein Ali Montazeri, também disse que não votará. O descontentamento é resultado da decisão do Conselho de Guardiães de vetar a candidatura de milhares de candidatos reformistas. Os reformistas estão fazendo campanha para que os eleitores não compareçam às votações numa tentativa de pôr em questão a legitimidade do novo Parlamento. Um correspondente da BBC disse que jovens ativistas também estão usando a internet e telefones celulares para desencorajar as pessoas a votarem. Nesta quinta-feira, as autoridades iranianas fecharam dois importantes jornais reformistas depois de eles terem desafiado uma ordem para não publicar uma carta com críticas enviada ao líder supremo do país, aiatolá Khamenei. |
| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||