|
Israel libera verba para novos assentamentos | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo de Israel aprovou um pacote para a construção de assentamentos em terras palestinas ocupadas. O comitê de finanças do Parlamento liberou US$ 22 milhões (cerca de R$ 70 milhões) para a construção e segurança das fazendas de colonos israelenses. O correspondente da BBC em Jerusalém diz que a maior parte desse dinheiro será provavelmente destinada a assentamentos na Cisjordânia e no leste de Jerusalém. A notícia foi divulgada duas semanas após o primeiro-ministro Ariel Sharon ter anunciado um plano para acabar com assentamentos na Faixa de Gaza, causando revolta entre a direita israelense. Segundo os termos do mais novo plano de paz para a região, Israel é obrigado a paralisar a construção de assentamentos na Cisjordânia e na Faixa de Gaza. Renúncia O primeiro-ministro palestino, Ahmed Korei, declarou a membros do seu gabinete que estaria pensando em renunciar. O motivo seria uma discussão com o presidente da Autoridade Nacional Palestina, Yasser Arafat, a respeito de reformas, segundo um membro do governo. Quando assumiu o posto, após a renúncia de Mahmoud Abbas, em novembro, Korei já havia discutido com Arafat sobre a formação do gabinete. Ao se demitir, Abbas acusou Arafat de interferência. Logo que assumiu, Korei fez a mesma acusação ao presidente palestino, mas voltou atrás na sua ameaça de renunciar. Um membro do governo palestino disse que a recusa de Arafat de aceitar algumas decisões do gabinete sobre reformas causou a fúria de Korei, que falou aos ministros ''que deseja renunciar porque não pode mais continuar assim''. |
| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||