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Tropas de Israel matam 15 palestinos em Gaza | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Quinze palestinos foram mortos nesta quarta-feira em duas operações israelenses na Faixa de Gaza. Em um dos incidentes, 12 pessoas foram baleadas e mortas quando tropas de Israel entraram na cidade de Gaza. Médicos palestinos que atenderam às vítimas dizem que entre os mortos havia um policial e cinco homens armados. As autoridades israelenses afirmam que invadiram a área de Shijaya para impedir ataques com morteiros contra assentamentos judaicos na Faixa de Gaza. Em outro incidente na Faixa de Gaza, um palestino foi morto no campo de refugiados de Rafah, no que Israel descreveu como uma operação para procurar túneis secretos supostamente construídos por militantes. Policial morto Relatos indicam que o policial morto na cidade de Gaza teria tentado impedir a entrada dos soldados, mas as tropas israelenses negam ter disparado tiros contra palestinos com uniforme oficial. De acordo com testemunhas, depois da primeira morte, os tanques israelenses invadiram a região. O Exército de Israel diz que suas tropas foram recebidas com mísseis anti-tanque e disparos de armas automáticas. Um porta-voz militar israelense, citado pela agência de notícias AFP, afirmou que as tropas identificaram "pelo menos 17" palestinos baleados, mas as autoridades não confirmaram o número de mortos. De acordo com testemunhas, pelo menos 18 palestinos ficaram feridos no confronto, incluindo um guarda-costas do xeque Ahmed Yassim, líder espiritual do Hamas. Um líder político do grupo militante palestino prometeu vingar as mortes em Gaza. |
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