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EUA pedem a cidadãos que deixem o Haiti | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Departamento de Estado dos Estados Unidos divulgou uma mensagem em que pede que todos os cidadãos americanos que estão no Haiti abandonem o país. "Cidadãos americanos devem notar que a embaixada americana proibiu viagens de seus funcionários para fora de Porto Príncipe e que a habilidade da embaixada de dar assistência de emergência a cidadãos americanos fora de Porto Príncipe é limitada e está piorando", diz uma mensagem divulgada por meio do site do Departamento de Estado. Pelo menos 42 pessoas morreram em confrontos entre oposicionistas armados e forças leais ao presidente Jean-Bertrand Aristide. Nos últimos dias, os rebeldes assumiram o controle sobre algumas cidades do oeste do país, mas o governo anunciou ter retomado pelo menos duas. Apoio aos rebeldes Informações vindas do país indicam que há muitas cidades em que não está claro se é o governo ou os rebeldes que estão em controle. Em entrevista à BBC, o enviado especial do jornal Miami Herald ao Haiti, Michael Ottew, "parece que a população está dando apoio aos rebeldes". Ottew disse ter conversado com pessoas no país que lhe disseram que "o presidente está em controle, ainda, e não vai deixar o Palácio. Parece que ele decidiu que vai permanecer lá, na posição de presidente, chamando aos rebeldes de terroristas". Nesta quinta-feira, representantes da ONU disseram que a crise humanitária no país pode estar se tornando mais grave, com a violência impedindo a entrega de ajuda à população. |
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