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Israelenses se negam a servir em Gaza e Cisjordânia
Treze militares da reserva da unidade de comando de elite do Exército de Israel escreveram uma carta para o primeiro-ministro e para o ministro da Defesa para registrar sua recusa em servir na Cisjordânia e na Faixa de Gaza. Os reservistas, incluindo três oficiais, dizem que não podem mais continuar em silêncio enquanto as operações militares israelenses, como eles colocaram, deprivam milhões de palestinos de seus direitos humanos e afeta o destino de Israel como um país judaico, sionista e democrático. O vice-ministro da Defesa, Ze'ev Boim, respondeu dizendo que aqueles que usam seus uniformes militares para fazer declarações políticas não deveriam vestí-los. Os 13 soldados servem na unidade de Sayeret Matkal que, no passado, era usada para resgatar reféns de aeronaves seqüestradas. No começo desse ano, um grupo de 27 pilotos israelenses assinaram uma carta dizendo que não obedeceriam ao que eles chamaram de "ordens ilegais" para executar ataques em áreas palestinas populosas. Barreira E dezenas de milhares de colonos judeus poderão ter de se mudar caso Israel execute um plano de "separação" dos palestinos, alertou um alto funcionário do governo de Israel. O vice-primeiro-ministro israelense Ehud Olmert advertiu para a ansiedade e os confrontos que tal medida poderia causar. Israel afirmou que deverá desmontar os assentamentos e acelerar os trabalhos numa barreira que separará Israel dos territórios palestinos. Muitos dos 220 mil colunos judeus já manifestaram seu descontentamento quanto ao plano do governo de Israel. |
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