|
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Autores do Acordo de Genebra buscam apoio dos EUA
Os arquitetos do acordo de paz alternativo para o Oriente Médio começaram sua campanha pelo apoio dos Estados Unidos, mas o encontro previsto com o subsecretário de Defesa americano, Paul Wolfowitz, foi cancelado. Wolfowitz teria afirmado aos políticos palestinos e israelenses que criaram o plano, conhecido como Acordo de Genebra, que estava com dificuldades de encontrar lugar em sua agenda para o encontro. Um pedido para encontrar a assessora nacional de Segurança dos Estados Unidos, Condoleezza Rice, também foi rejeitado. Mesmo assim, a delegação vai se reunir com o secretário de Estado, Colin Powell, na sexta-feira, para discutir as propostas que envolvem a criação de um Estado palestino e o desmonte da maioria dos assentamentos judaicos. O correspondente da BBC em Washington acredita que isso sugere que a Casa Branca não quer ser vista dando um apoio aberto ao plano que já foi rejeitado por Israel. Propostas O ex-ministro da Justiça israelense Yossi Beilin e o ex-ministro da Informação palestino Yasser Abed Rabbo encabeçam a comitiva que está nos Estados Unidos para discutir o Acordo de Genebra. Apesar da rejeição do plano de paz alternativo por Israel, Colin Powell afirmou que os Estados Unidos devem analisar todas as propostas de paz. "Quanto mais falamos de paz, melhor. Eu dou boas-vindas a idéias de qualquer fonte", disse o secretário de Estado americano. Já o porta-voz da Casa Branca, Scott McLellan, disse que o atual plano oficial de paz, que tem o apoio oficial de Estados Unidos, União Européia e Rússia, continua sendo a melhor opção para o Oriente Médio. |
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||