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Atualizado às: 11 de novembro, 2003 - 17h34 GMT (15h34 Brasília)
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Países da Ásia se unem à UE e ameaçam EUA com sanções
Tubos de aço
Sobretaxas foram criadas para proteger a indústria americana

Países asiáticos ameaçaram nesta terça-feira se unir à União Européia e impor sanções comerciais retaliatórias aos produtos americanos se os Estados Unidos continuarem a sobretaxar o aço importado e a violar as regras da Organização Mundial de Comércio (OMC).

O ministro do Comércio do Japão, Shoichi Nakagawa, disse que as sanções podem ser impostas no prazo de um mês. China e Coréia do Sul também prometeram adotar medidas semelhantes.

A União Européia já havia alertado que, se os Estados Unidos não removerem as taxas, o bloco vai impor tarifas de milhões de dólares sobre os produtos americanos.

A OMC decidiu que os Estados Unidos violaram as regras internacionais ao impor tarifas adicionais de até 30% sobre o aço importado em março de 2002.

A ação na OMC foi movida também pelo Brasil, mas o país ainda não anunciou formalmente se vai aplicar as sanções.

Países

"Com relação a novas medidas tomadas por várias partes envolvidas, elas dependerão da atitude que os Estados Unidos tomarão", declarou o porta-voz da chancelaria chinesa, Liu Jianchao.

As exportações de aço da China aos americanos caíram em 15% após a imposição da sobretaxa. Isso num momento em que os chineses tiveram que reduzir as suas próprias tarifas sobre a importação de produtos como condição para a adesão à OMC.

Uma autoridade sul-coreana admitiu que Seul está estudando as suas alternativas de ação e que a retaliação com sanções aos produtos americanos é um dos possíveis caminhos.

Além de União Européia, Japão e Brasil, a ação foi movida por China, Nova Zelândia, Noruega, Coréia do Sul e Suíça.

O governo americano diz que não concorda com as regras da OMC, mas ainda não anunciou que ação vai tomar.

Enquanto os políticos do Congresso americano que apóiam a sobretaxa criticaram a OMC, o presidente republicano do Comitê de Finanças do Senado argumentou que as tarifas aumentaram custos e preços, o que foi sentido pelo consumidor.

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