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Lozada diz que foi aos EUA ajudar governo da Bolívia
O ex-presidente da Bolívia, Sánchez de Lozada
Para Lozada, governo de Carlos Mesa continua 'linha democrática'

O ex-presidente da Bolívia Gonzalo Sánchez de Lozada afirmou nesta quarta-feira que está nos Estados Unidos em busca de apoio de instituições multilaterais para o governo do seu vice, Carlos Mesa.

"Embora eu esteja fora do governo, estou aqui nos Estados Unidos, em Washington, tentando conseguir o suporte de instituições multilaterais, dos Estados Unidos e de outros amigos da Bolívia para que o novo governo receba ajuda", disse Sánchez de Lozada em entrevista à BBC.

O ex-presidente disse que vê no governo de Carlos Mesa a "continuação da linha democrática" do seu governo, já que Mesa formou chapa com ele nas eleições.

Para Sánchez de Lozada, a sua saída foi articulada por forças "anti-sistema e antiglobalização" ligadas ao narcotráfico que "fizeram a cabeça" do povo, levando-os a crer que "com a exportação de gás para o exterior não sobraria gás natural para consumo doméstico".

"O Movimento ao Socialismo (MAS), encabeçado pelo líder dos cocaleiros, e o senhor Felipe Quispe, que representa os fazendeiros da região do Lago Titicaca, perto de La Paz, são pessoas que estão em outra, não estão interessados no povo."

Gás: problema ou solução?

Sánchez de Lozada acredita que a população vai entender, a longo prazo, que a exportação do gás natural – que foi o pivô das manifestações das últimas semanas – e as políticas do seu governo são benéficas para o país.

"Tudo isso está sendo investido em educação e saúde."

Para ele, é exatamente o gás natural que vai apontar a "luz no fim do túnel" para a Bolívia.

"Sou um otimista. Quando se tem essa quantidade de riqueza natural, de gás e um mercado maravilhoso à disposição no México e nos Estados Unidos, para gás líquido e natural."

"Acho que os problemas são pequenos para um país. Se conseguirmos exportar gás, manter a união e a estabilidade democrática, acho que temos chances" , conclui o presidente.

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