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Tropas de Israel 'cercam mesquita em Ramallah'
Tropas israelenses, tanques e veículos pesados invadiram a cidade de Ramallah, na Cisjordânia. Testemunhas afirmam que os militares de Israel impuseram um toque de recolher e cercaram uma mesquita, onde estariam escondidos militantes islâmicos. Já teria havido troca de tiros. Os israelenses também invadiram as instalações da rede de televisão árabe Al-Jazeera, em um subúrbio de Ramallah. A estação havia transmitido imagens ao vivo de soldados israelenses discutindo com funcionários que haviam sido proibidos de sair do prédio. Analistas afirmam que o clima na cidade é de alta tensão desde que Israel decidiu, em princípio, retirar o líder palestino Yasser Arafat da sua base em Ramallah. Críticas O governo israelense recebeu raras críticas internas por causa dos ataques aéreos de Israel à Faixa de Gaza, que mataram pelo menos dez pessoas na segunda-feira, a maioria civis. O ministro do Interior de Israel, Avraham Poraz, disse que o Exército israelense não deveria realizar o que chamou de assassinatos em massa para atingir dois ou três terroristas. Já o ministro da Infra-estrutura, Yosef Paritsky, recomendou que o governo peça desculpas e indenize as vítimas. Acredita-se que os ataques aéreos de segunda-feira teriam sido motivados por ataques palestinos contra uma cidade próxima à fronteira com a Faixa de Gaza. Os foguetes lançados no ataque palestino são considerados armas primitivas que não causam muitos danos, mas Israel as encara como uma ameaça estratégica que não pode ser tolerada. O Exército israelense diz que tinha como alvo líderes de grupos militantes islâmicos radicais e depósitos de armas. Milhares de pessoas compareceram aos funerais de sete dos mortos nos ataques, que deixaram ainda cerca de cem feridos. |
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