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Rumsfeld defende general que prega 'guerra contra Satã'
O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Donald Rumsfeld, defendeu um general americano que disse publicamente que a guerra ao terrorismo era uma guerra entre o Cristianismo e Satã. O general também declarou que foi Deus que escolheu George W. Bush como presidente dos Estados Unidos. Para Rumsfeld, esses comentários do general William G. Boykin, um alto funcionário do Pentágono que trabalha na inteligência americana, foram realizados privadamente. No entanto, a rede de TV americana NBC mostrou vídeos de Boykin em audiências religiosas dizendo que os muçulmanos reverenciam um "ídolo que não é Deus". Rumsfeld preferiu exaltar as qualidades militares do general e não tecer maiores comentários sobre suas declarações. Críticas "O general tem um currículo exemplar nas Forças Armadas. Às vezes as pessoas fazem comentários que correspondem aos seus pontos de vista. Essa é a forma como vivemos, somos livres", disse o secretário de Defesa americano. Rumsfeld completou que não viu o vídeo e que, portanto, não poderia fazer mais comentários. Mas, de acordo com os críticos, as observações do general vão contra a insistência da administração americana de que a campanha contra o terorismo não é sinônimo de guerra contra o Islã. Em outros comentários, Boykin falou que os terroristas odeiam os Estados Unidos porque "a América é uma nação cristã". Ele contou que, quando lutava contra milícias muçulmanas na Somália, em 1993, olhava para os soldados e pensava: "Meu Deus é maior do que o deles, é um Deus de verdade e não um ídolo". |
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