|
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Rumsfeld: 'não havia novas provas para ir à guerra'
O secretário de Defesa americano, Donald Rumsfeld, disse nesta quarta-feira que os Estados Unidos não foram à guerra por causa de novas provas contra o Iraque. "A coalizão não agiu no Iraque por ter descoberto uma nova evidência dramática de que o Iraque possuía (armas de destruição em massa)", disse ele no comitê para os serviços armados do Senado americano. "Nós agimos porque vimos a evidência sob uma nova luz dramática: o prisma da nossa experiência no 11 de Setembro." Ele também afirmou aos legisladores americanos para não subestimarem a tarefa de construir uma paz duradoura no Iraque. Volátil Rumsfeld afirmou ainda que algumas partes do Iraque continuam voláteis e que continua a guerra contra os grupos remanescentes do regime de Saddam Hussein. Segundo ele, a tarefa (de combater as pessoas leais a Saddam) levará tempo, mas será concluída. O secretário prestou depoimento no Congresso sobre as lições aprendidas na guerra. Ele reafirmou sua convicção de que foi correto ir à guerra, apesar de até o momento não terem sido encontradas armas de destruição em massa. Vários democratas aumentaram a pressão para uma investigação minuciosa para descobrir se informações de inteligência foram manipuladas. O assunto veio à tona depois que a Casa Branca disse saber que documentos sobre a tentativa iraquiana de comprar urânio de Níger foram forjados. |
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||