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Longevidade do papa pode ser problema para Vaticano, diz jornal alemão
O jornal alemão Süddeutsche Zeitung traz nesta sexta-feira um editorial sobre a saúde frágil do papa João Paulo II. O diário comenta que o pontífice tem sobrevivido a várias notícias de quase-morte e elogia a sua força de vontade por não renunciar ao posto. Mas, segundo o jornal alemão, as articulações sobre o seu sucessor já estão em estágio adiantado, e a situação de, nas palavras do articulista, "espera não-declarada" pela saída de João Paulo II pode se transformar em um problema para o Vaticano. Nos Estados Unidos, o jornal The New York Times comenta uma pesquisa de opinião que indica que a confiança na capacidade do presidente George W. Bush de resolver crises internacionais está em queda livre. Hoje, segundo o jornal, apenas 44% confiam em Bush para resolver essas crises, contra 66%, em agosto. Pela primeira vez em seu mandato, segundo a pesquisa do New York Times, há mais americanos críticos ao presidente americano do que favoráveis. Da hora Já o Miami Herald dedica uma longa reportagem à ascensão do presidente Lula a figura internacional a quem todos os grandes líderes querem se associar. O jornal americano comenta a capa da revista Isto É que apelidou Lula de Homem da Hora, mas em um artigo relacionado, traz críticas da ex-secretária de Estado americana, Madeleine Albright, a Lula. "Fiquei chocada que ele foi a Cuba a negócios, mas não falou sobre direitos humanos", afirmou a secretária. No britânico The Guardian, o destaque vai para a notícia de que a catedral da Sagrada Família, em Barcelona, projetada pelo célebre arquiteto catalão Antonio Gaudí, só vai ser completada em 2023. A revisão do prazo de construção aconteceu, segundo o periódico, por causa do fluxo de verbas trazido pela visita de turistas à catedra, cujo projeto original foi destruído por anarquistas. Já o editorial do jornal britânico The Times desta sexta-feira defende o relatório apresentado pela equipe americana que está vasculhando o Iraque à procura de armas – mas que ainda não as encontrou. O que ficou estabelecido, entretanto, diz o tradicional diário britânico, é que Saddam Hussein continuou a violar as resoluções do Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas) como provam, na opinião do editorialista, as provas de que o Iraque tentava desenvolver armas químicas e biológicas. |
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