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Bush perderia corrida à Casa Branca, diz USA Today
O jornal USA Today destaca uma pesquisa de opinião que mostra que o presidente George W. Bush seria derrotado nas eleições presidenciais americanas de 2004 pelo pré-candidato democrata Wesley Clark. A pesquisa, feita pelo Instituto Gallup, por encomenda do USA Today e da rede de TV CNN, mostra que Clark, general da reserva, teria 49% dos votos, contra 46% do atual presidente. Bush também seria derrotado pelo pré-candidato John Kerry, senador por Massachusetts, mas por diferença menor: 48% a 47%. Em ambos os casos, a diferença entre os dois candidatos está dentro da margem de erro da pesquisa, de quatro pontos percentuais. Aprovação cai A pesquisa publicada pelo USA Today também mostrou que a aprovação do desempenho de Bush caiu para 50%, a mais baixa desde o início de seu mandato. Outro jornal americano, o Washington Post, traz uma reportagem sobre as hostilidades entre palestinos e israelenses, com os palestinos dizendo que Israel quer separá-los de sua terra. Os jornais da Grã Bretanha dão destaque ao caso Kelly, desta vez revelando trechos do diário do ex-diretor de comunicações do governo britânico, Alastair Campbell, que usou palavrões para dizer que iria deixar o jornalista Andrew Gilligan em maus lençóis. Uma reportagem de Gilligan dizendo que o governo britânico tinha usados artifícios para tornar mais explosivo o dossiê sobre as supostas armas de destruição em massa do Iraque foi o ponto de partida para o inquérito que investiga o caso. O Daily Telegraph afirma que trechos do diário de Campbell expõem a determinação do governo britânico em tornar público o nome do cientista David Kelly como fonte da reportagem de Gilligan. No Financial Times, uma reportagem faz uma análise sobre as reais lições do fracasso da reunião da Organização Mundial do Comércio (OMC), em Cancun. O jornal afirma que os esforços de todos os que compareceram à reunião deveriam ter se concentrado não apenas na abertura comercial das economias dos países desenvolvidos, mas também na de países em desenvolvimento, como o Brasil, o México e a China. O La Nación, da Argentina, diz que o presidente Néstor Kirchner viajou a Nova York para participar da Assembléia Geral da ONU distanciado do seu colega brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo o jornal, a falta de apoio do Brasil ao recente acordo argentino com o FMI causou uma surpreendente reviravolta nas relações entre os dois países. |
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