|
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Votação sobre o fim das sanções contra a Líbia é adiada
Por causa de objeções da França, o Conselho de Segurança da ONU decidiu adiar para sexta-feira a votação para suspender mais de uma década de sanções contra a Líbia. O rascunho da resolução - feito pela Grã-Bretanha e pela Bulgária - propõe fim imediato na proibição da venda de armas e das conexões aéreas com o país. O embargo havia sido imposto depois da explosão de um avião que acabou caindo sobre Lockerbie, na Escócia, em 1988. A Líbia admitiu responsabilidade e ofereceu US$ 2,7 bilhões para parentes das 270 vítimas. França A França pediu ao conselho para atrasar a votação do relatório porque alegou que a proposta da Líbia para indenizar outro acidente aéreo, envolvendo uma companhia francesa, era "inaquedada". "Na falta de um acordo entre as famílias e o lado líbio, o que parece estar prestes a ser alcançado, a França não poderia ter outra posição a não ser a de se opor à resolução", disse um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da França antes do encontro do conselho. Estados unidos e Grã-Bretanha disseram que a Líbia preenchia todas as condições para a suspensão do embargo. As sanções foram parcipalmente suspensas em 1999 depois que a Líbia entregou dois homens acusados do bombardeio do vôo da Pan Am que caiu na Escócia. Sobre o acidente aéreo com a companhia francesa UTA, em que o avião caiu no Níger, em 1989, o país concordou em pagar indenização às famílias das vítimas, mas o valor pedido extrapolou os US$ 33 milhões (R$ 100 milhões) oferecidos às 170 famílias. Os dois lados continuam a tentar um acordo e dizem que estão perto disso, o que tornaria mais fácil a aprovação do fim das sanções. |
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||