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Bush: 'Elemento estrangeiro' está se infiltrando no Iraque
O presidente americano, George W. Bush, disse acreditar que mais forças de outros países irão se juntar às forças americanas no Iraque para ajudar na "contínua batalha na guerra contra o terrorismo". Bush afirmou que "militantes do tipo al-Qaeda" estão se infiltrando no Iraque, mas insistiu que os Estados Unidos irão "continuar o seu rumo". O presidente americano disse estar trabalhando em conjunto com as Nações Unidas para buscar um maior apoio internacional, mas não deu nenhum sinal de estar preparado para dar mais poder à organização. A polícia iraquiana disse ter prendido no início da semana um grupo de iranianos que estaria planejando uma campanha de sabotagem em Bagdá. Uma fonte de dentro do ministério do Interior iraquiano disse à BBC que os iranianos haviam sido entregues à polícia militar americana para interrogação. 'Elemento estrangeiro' Falando em Seattle, Bush disse que um "elemento estrangeiro" está se infiltrando no Iraque. "Eles querem lutar contra nós, porque eles não conseguem suportar a idéia de uma sociedade livre no Oriente Médio", afirmou. Os governos britânico e americano querem uma resolução da ONU aprovando uma maior força militar internacional no Iraque, depois do ataque à missão da organização em Bagdá, na terça-feira, no qual pelo menos 23 pessoas morreram, inclusive o representante máximo da ONU no país, o brasileiro Sérgio Vieira de Mello. Mas o secretário-geral da organização, Kofi Annan, já avisou que eles terão uma tarefa "difícil" para assegurar maior envolvimento sem que a ONU tenha um papel maior. A Alemanha, a Rússia e a França – os três principais opositores à ação militar no Iraque – estão entre os países que exigem mais poder à ONU. Nenhum dos três devem enviar tropas ao Iraque, mas vários dos contribuidores em potencial, como a Índia, o Paquistão e a Turquia, já se recusaram a enviar soldados sem uma maior participação da ONU. O correspondente da BBC na sede da ONU em Nova York, Greg Barrow, disse que muitos países têm expressado uma vontade de ajudar na reconstrução do Iraque, mas eles não querem o estigma de estarem aliados a forças de ocupação que ainda precisam conquistar a população iraquiana. |
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