|
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Explosão em ônibus deixa 20 mortos em Jerusalém
Um atentado suicida deixou nesta terça-feira pelo menos 20 mortos, incluindo o autor do ataque, e cerca de 80 feridos em um ônibus na cidade de Jerusalém, de acordo com a polícia israelense. A explosão ocorreu por volta das 21h locais (15h no horário de Brasília), perto dos antigos limites entre o leste e o oeste de Jerusalém. O correspondente da BBC na cidade, James Reynolds, afirma que a parte dianteira do ônibus foi o foco central da explosão. De acordo com Reynolds, dezenas de ambulâncias foram enviadas ao local, e a polícia - armada com metralhadoras - isolou a região do ataque. Ameaça a acordo Funcionários das equipes de emergência disseram à agência de notícias Reuters que uma criança estava entre os feridos. O atentado ameaça as negociações entre israelenses e palestinos que discutiam um acordo sobre o controle nas cidades de Qalqilya e Jericó, na Cisjordânia. O acordo determinaria a passagem das cidades para o controle dos palestinos, em troca da prisão de militantes procurados por Israel. No último fim de semana, as negociações já haviam fracassado por causa das preocupações de Israel com a segurança na região. Depois do ataque, o governo de Israel disse que "congelou" todos os contatos com os palestinos sem citar prazo. O primeiro-ministro palestino, Mahmoud Abbas - também conhecido como Abu Mazen -, condenou duramente o bombardeio. Abbas descreveu o ataque como um "ato horrível que não serve aos interesses palestinos". O premiê palestino fez a declaração na Faixa da Gaza, onde se encontrava com militantes de facções consideradas linha-dura para tentar persuadi-los a adotar uma trégua nos ataques contra alvos israelenses. |
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||