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Atualizado às: 17 de agosto, 2003 - 17h11 GMT (14h11 Brasília)
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Israel prende líder da Jihad Islâmica na Cisjordânia
Mulher palestina protesta contra soldados israelenses na Cisjordânia
Muitos palestinos não acreditam nos planos israelenses de retirada

Soldados israelenses prenderam um suposto militante palestino na cidade de Qalqilya, na Cisjordânia.

Qalqilya é uma das quatro cidades que serão devolvidas para o controle palestino.

Akif Nazal, do grupo Jihad Islâmica, foi preso na madrugada deste domingo juntamente com outro suposto militante, dizem fontes palestinas.

As prisões foram realizadas em antecipação a conversações, neste domingo, entre negociadores palestinos e israelenses sobre o retorno das cidades para a administração palestina.

Acordo

Por um acordo acertado na semana passada, Qalqilya e Jericó deverão passar aos palestinos nesta semana e Ramallah e Tulkarm, em dentro de duas semanas.

Um alto representante do Jihad Islâmica, Mohammed al-Hindi, disse à agência de notícias francesa AFP que a detenção de Nazal é "uma nova prova de que Israel continua com sua política de maior presença militar na região para destruir os esforços de todas as partes para acalmar a situação".

"Parece que a mão da ocupação vai ficar dentro da cidade mesmo depois da retirada," disse al-Hindi.

Arafat

O ministro da Defesa de Israel, Shaul Mofaz, e o chefe da Segurança palestina, Mohammad Dahlan, chegaram a um acordo na sexta-feira sobre a transferência do controle da cidade.

O ministro da Informação da Autoridade Nacional Palestina, Nabil Amr, disse que o gabinete recebeu bem a decisão.

Mas neste domingo, o líder palestino Yasser Arafat, criticou a proposta, alegando que Israel deveria seguir as diretrizes acertadas para a paz entre as duas partes.

"Nós queremos que Israel implemente o que foi mencionado no acordo ao invés de perder tempo. Esta é uma tentativa clara de divisionismo e desvio do que foi acertado," disse Arafat.

O plano para a paz tem três fases e seu objetivo é que se chegue a um entendimento entre israelenses e palestinos em dois anos.

O grupo Jihad Islâmica concordou com uma trégua de três meses no final de junho e afirma que ainda está comprometido com a decisão.

Mas a situação voltou a ficar tensa entre as duas partes depois que Israel matou, na semana passada, o comandante de uma célula do Jihad Islâmica em Hebron.

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