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Hamas promete vingar morte de militantes
O braço armado do grupo militante Hamas prometeu vingar a morte de dois de seus combatentes em uma ação do Exército israelense na Cisjordânia. Dois outros palestinos e um soldado israelense também morreram na incursão. "Os crimes do inimigo sionista contra nosso povo não vão passar sem que o inimigo pague o preço justo por essas violações", disse a declaração oficial das Brigadas Izz El-Deen Al-Qassam. "Nós convocamos nossas células de resistência a responder esses crimes e a ensinar ao inimigo uma lição." O Hamas já havia acusado Israel de violar o cessar-fogo que vigora há cinco semanas por causa do ataque a seus militantes. 'Agressão' Líderes do ramo político do Hamas disseram que o grupo mantém o cessar-fogo, mas que "não poderá se calar diante de tal violação e agressão", como colocou Ismail Abu Shanab. Os quatro palestinos (dois do Hamas) foram mortos durante uma incursão do Exército israelense em um campo de refugiados de Nablus, na Cisjordânia. Segundo o governo israelense, os soldados foram recebidos com tiros ao cercarem um prédio em que militantes do Hamas estariam escondendo armas e explosivos e planejando atentados contra Israel. Um soldado israelense morreu na operação. Como resposta, o Exército israelense lançou mísseis contra o prédio. Os corpos de dois militantes do Hamas foram descobertos depois. Enquanto isso, vários palestinos se reuniram em torno do prédio e alguns deles atiraram pedras contra os soldados israelenses. Um rapaz de 20 anos morreu quando os soldados responderam às pedras com tiros. Um outro palestino morreu intoxicado pelo gás lacrimogêneo lançado pelos israelenses. Na avaliação dos correspondentes da BBC na região, o incidente é o mais grave desde que o cessar-fogo foi declarado. |
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