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Explosões em Israel e Cisjordânia matam 4 pessoas
Uma explosão em um shopping center em Rosh Ha'ayn, perto de Tel Aviv, em Israel, matou duas pessoas incluindo o homem-bomba e deixou pelo menos 10 feridos na manhã desta terça-feira. Cerca de uma hora depois, outra explosão na entrada do assentamento judaico de Ariel, na Cisjordânia, matou uma pessoa e feriu pelo menos três. O autor do atentado também morreu no local. As circunstâncias do ataque em Ariel não estavam claras. Segundo relatos, um militante suicida teria se explodido perto de um ponto de ônibus. Os ataques são os primeiros deste tipo desde que os grupos armados palestinos declararam um cessar-fogo no conflito com Israel, em 29 de junho. Alerta Até o momento, nenhum grupo assumiu a autoria das explosões, mas o correspondente da BBC em Jersualém diz que elas representam a mais grave ameaça ao período de relativa calma desde o início da trégua. Pouco antes das duas explosões, as autoridades haviam entrado em alerta, após receber a informação de que um militante palestino havia se infiltrado e estava prestes a cometer um atentado. O primeiro-ministro de Israel, Ariel Sharon, respondeu aos ataques com um anúncio de que vai atrasar a nova fase de libertação de prisioneiros palestinos. De acordo com funcionários do governo, a Autoridade Palestina precisa desmantelar o que chamaram de "grupos terroristas palestinos" antes que os dois lados possam avançar na implementação do plano de paz apoiado pelos Estados Unidos. Já um porta-voz sênior da Autoridade Palestina, Saeb Erekat, rejeitou as acusações de Israel de que os ataques desta terça-feira teriam acontecido por causa da inércia palestina e pediu que os dois lados continuem em conversações pela paz. Na sexta-feira, a braço armado do grupo militante Hamas pediu a membros do grupo que vingassem a morte de dois de seus líderes, assassinados durante uma incursão do Exército de Israel à cidade de Nablus, na Cisjordânia. |
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