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Atualizado às: 10 de agosto, 2003 - 16h45 GMT (13h45 Brasília)
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Israel responde a suposto ataque do Hezbollah
Família de menino de 16 anos morto em ataque a Israel chora a sua morte ataque
Ataque a Israel matou um menino de 16 anos

Aviões militares israelenses bombardearam o sul do Líbano, em uma aparente retaliação a um ataque que deixou um morto na cidade de Shlomi, no norte de Israel.

Fontes militares israelenses afirmam que guerrilheiros do grupo guerrilheiro libanês Hezbollah dispararam bombas contra a cidade.

O Hezbollah, por sua vez, afirma que apenas disparou baterias antiaéreas contra aviões israelenses que estavam violavando o território aéreo do Líbano.

Segundo a correspondente da BBC em Beirute, Kim Ghattas, dependendo da direção das baterias, estilhaços de explosivos podem ir parar em território israelense. Israel, no entanto, afirma que foi um ataque deliberado.

O Hezbollah fica baseado no sul do Líbano, região que faz fronteira com o norte israelense, e costuma responder a incursões aéreas de Israel sobre território libanês com baterias antiaéreas.

Não há informações de vítimas no bombardeio israelense, cujo alvo, segundo a polícia libanesa, foi a cidade de Tayr Hafa.

Já no ataque a Israel, um adolescente de 16 anos foi morto e quatro pessoas ficaram feridas quando bombas atingiram Shlomi.

Tensão

A tensão entre o Hezbollah e Israel vem crescento nos últimos dias, suscitando temores de que a frente norte do conflito (Israel-Líbano) pode ser reaberta após três anos de relativa paz, período iniciado com a retirada das tropas israelenses do sul do Líbano.

Na última sexta-feira, tropas israelenses e guerrilheiros do Hezbollah entraram em confronto em Sheeba, região de fronteira disputada pelos dois países.

A escalada nas tensões teria começado com a morte de um guerrilheiro do Hezbollah na explosão de um carro-bomba em Beirute, capital libanesa. O grupo acusou Israel pelo assassinato e prometeu vingança.

Nos últimos oito meses, no entanto, o Hezbollah não havia atacado quaisquer alvos israelenses.

O ministro das Relações Internacionais de Israel, Silvan Shalom, exigiu que a Síria e o Líbano reprimam militantes do Hezbollah.

"Nossa mensagem à Síria, como partes responsáveis pela ação do Hezbollah, é que se as atividades do Hezbollah continuarem, não teremos alternativas se não nos defendermos", afirmou.

"Creio que o regime da Síria sabe muito bem quais são nossas capacidades. Não creio que valha à pena nos testar", acrescentou Shalom.

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