|
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Presidente da Libéria diz que deixará cargo
O presidente da Libéria, Charles Taylor, concordou em deixar o cargo no dia 11 de agosto, segundo enviados de países do oeste da África que se reuniram com o presidente. Há relatos de que o porta-voz de Taylor, Vaanii Passawe, teria confirmado que ele de fato deixará a Presidência. Taylor ainda não informou quando deixará o país. Ministros da Nigéria, Togo e Ghana anunciaram a disposição de Charles Taylor de deixar o cargo neste sábado. Eles chegaram à capital da Libéria, Monróvia, na sexta-feira, mas Taylor não compareceu a um encontro que havia sido marcado com os enviados. Forças de Paz Os ministros deixaram claro que o fim de três anos de guerra civil depende da decisão de Taylor de deixar a Presidência e se exilar em outro país, possivelmente na Nigéria. Essa é uma das principais reivindicações da comunidade internacional, assim como de forças rebeldes que combatem tropas do governo. O Conselho de Segurança da ONU aprovou na sexta-feira a criação de uma força multinacional de paz para a Libéria, com o objetivo de ajudar a manter a paz no país. A aprovação foi pressionada pelos Estados Unidos, que solicitou a reunião extraordinária do Conselho. O documento estabelece que as tropas de emergência sejam enviadas a Libéria para implementar o cessar-fogo estabelecido em 17 de junho entre os soldados fiéis a Charles Taylor e os grupos rebeldes liberianos. A força também recebeu a missão de estabelecer e manter a segurança no país depois da saída de Taylor. A resolução, porém, não faz menção à participação de tropas americanas na força, algo que vem sendo pedido tanto pelo governo liberiano quanto pela população. A previsão é que um primeiro grupo de soldados nigerianos, que deve fazer parte da força multinacional, chegue à Libéria até a segunda-feira. |
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||