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Morte de ex-conselheiro ofusca viagem de Blair à Ásia
O primeiro-ministro britânico, Tony Blair, chegou neste sábado ao Japão ainda sob o impacto da morte do especialista em armas de destruição em massa David Kelly. Ao desembarcar em Tóquio, o premiê britânico afirmou que a morte de Kelly foi "uma terrível tragédia" e pediu moderação por parte de políticos e da imprensa durante o inquérito oficial. Kelly, que foi inspetor de armas da ONU no Iraque nos anos 90 e era conselheiro do Ministério da Defesa da Grã-Bretanha, havia sido apontado pelo governo britânico como a possível fonte para uma reportagem da BBC sobre a ofensiva militar ao Iraque. O Japão é a primeira escala de Blair em uma visita oficial à Ásia. Euro Na manhã deste sábado, Blair falou a 300 executivos japoneses e afirmou que a Grã-Bretanha tem o interesse de aderir ao euro a longo prazo. O primeiro-ministro britânico disse que seu governo vai trabalhar para assegurar o melhor momento para a adesão à moeda única da União Européia. Cerca de metade dos investimentos do Japão na Europa são destinados à Grã-Bretanha. Muitos industriais japoneses defendem a adoção do euro pelos britânicos como forma de eliminar os riscos das flutuações de câmbio. Ainda neste sábado, Blair deve se encontrar com o primeiro-ministro japonês, Junichiro Koizumi, em uma estação climática próxima ao Monte Fuji. No encontro, os dois líderes devem discutir o programa nuclear da Coréia do Norte e um possível envolvimento do Japão nos trabalhos de reconstrução do Iraque. No domingo, Blair segue para a Coréia do Sul e depois para a China. |
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