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CSN supera oferta de indianos para adquirir Corus | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A Companhia Siderúrgia Nacional (CSN) anunciou que superou a oferta feita pela indiana Tata Steel para comprar o grupo anglo-holandês Corus, oferecendo 4,9 bilhões de libras (aproximadamente R$ 20,5 bilhões). A fusão da Corus com a CSN criaria a quinta maior empresa de aço do mundo, com uma produção de 24 milhões de toneladas do material por ano. A CSN ofereceu 515 centavos de libra por ação da Corus, superando a proposta da Tata Steel feita horas antes, de 500 centavos de libra por ação. A oferta fez o valor das ações da Corus subirem 5,5% durante a manhã na bolsa de Londres. Minério mais barato O presidente-executivo da CSN, Benjamin Steinbruch, disse por meio de um comunicado que a fusão possibilitaria à Corus o acesso a minério de ferro de alta qualidade e com baixo custo vindo da mina Casa de Pedra, da CSN , uma das maiores do mundo. Ele afirmou que o acordo também iria possiblitar à Corus o acesso a quantidades crescentes de aço semi-pronto a preços baixos. O presidente da Corus, Jim Leng, aprovou a oferta da CSN. "Esta oferta é mais alta do que a proposta inicial da CSN e do que a oferta revisada da Tata de 500 centavos de libra por ação", disse Leng. "Ela também é consistente em relação ao nosso objetivo estratégico de garantir acesso a materiais crus, produção a custos baixos e mercados crescentes." "A combinação das duas empresas vai criar uma plataforma forte para competir e crescer em um mercado global crescente." A Corus emprega 47,3 mil pessoas em todo o mundo, incluindo 24 mil na Grã-Bretanha. |
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