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Atualizado às: 17 de novembro, 2006 - 20h51 GMT (18h51 Brasília)
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CSN entra na briga para comprar grupo siderúrgico Corus
Siderúrgica
Brasileiros disputam grupo europeu com indianos da Tata Steel
O grupo siderúrgico brasileiro CSN fez uma proposta nesta sexta-feira para comprar a rival Corus, de capital britânico e holandês, por US$ 8,2 bilhões (cerca de R$ 17 bilhões).

A proposta da CSN é maior do que a oferta indiana da Tata Steel, de US$ 7,8 bilhões (aproximadamente R$ 16,8 bilhões). A proposta indiana foi aceita formalmente pelo conselho da Corus, mas ainda precisa ser aprovada pelos acionistas.

Em nota, a CSN afirmou que a aquisição seguiria “uma lógica estratégia e industrial”. Já o grupo Corus disse, também por meio de nota, que “um anúncio será feito na hora certa”.

No último mês, houve especulações de que os brasileiros fariam uma proposta pela Corus.

'Potência global'

“A combinação da CSN e da Corus criaria uma potência global, com posição de liderança no mercado e redes excepcionais de distribuição no mundo desenvolvido e nos mercados emergentes”, disse o diretor da CSN, Benjamin Steinbruch.

Chegou-se a anunciar que a proposta da Tata também era de US$ 8,2 bilhões, mas o valor da oferta era um pouco menor. A proposta da CSN é de 475 centavos de libra por ação (R$ 1,94), enquanto a da Tata é de 455 centavos de libra (R$ 1,86).

O anúncio desta sexta-feira mostra uma reviravolta no mercado de siderúrgicas desde 2002. Naquele ano, foi a Corus quem tentou comprar a CSN por US$ 5,1 bilhões (cerca de R$ 11 bilhões).

A proposta foi retirada depois que o grupo anglo-holandês passou por dificuldades financeiras.

A CSN é uma das maiores siderúrgicas da América Latina, com operações também nos Estados Unidos e em Portugal.

A Corus emprega 47,3 mil pessoas em todo o mundo, sendo 24 mil na Grã-Bretanha. Ela foi formada em 1999 pela fusão da britânica British Steel e da holandesa Hoogovens.

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